O relato dessa jovem irá mudar o que você pensa sobre sexo com deficiência
Humanidade

O relato dessa jovem irá mudar o que você pensa sobre sexo com deficiência

Em 2010, Rachelle Chapman estava em sua despedida de solteira, quando em um segundo, sua vida mudou completamente.

Sua melhor amiga a empurrou na piscina durante a festa, e as lesões que sofreu a deixaram tetraplégica.

O que era para ser uma ocasião de alegria, acabou se tornando algo trágico.

Agora, sete anos depois, Rachelle, que vive na cidade de Raleigh, na Califórnia, é ativista pelos direitos da pessoa com deficiência.

São muitos os tabus que ela quebra todos os dias, mas um em especial a incomoda: o de que pessoas portadoras de deficiência não podem ter uma vida sexual ativa e satisfatória.

Por isso, ela decidiu compartilhar sua experiência em um relato inspirador e esclarecedor, mostrando que pessoas com deficiência são plenamente capazes de ter uma vida amorosa e sexual feliz.

Não que ela não tenha suas inseguranças: quando tudo aconteceu, um de seus maiores medos era não sentir mais prazer sexual.

Redescobrindo o prazer

Depois do acidente, ela conseguia ter relações normalmente, embora não tivesse mais orgasmos como antes.

Com a ajuda da equipe de reabilitação, ela pode testar novas formas de sentir prazer.

Depois de perder os movimentos do pescoço para baixo, seu pescoço se tornou uma grande zona erógena, e seu marido a ajudou a redescobrir o prazer nessa parte do corpo.

Além de falar abertamente sobre o assunto, Rachelle decidiu fazer um ensaio sensual posando de lingerie.

Seu objetivo é encorajar outras pessoas a se sentirem sexy com o corpo que têm.

“Espero que isso inspire outras pessoas a focarem nas coisas que amam sobre si mesmas e não serem tão críticas”, disse a ativista em entrevista à People.

Em suas redes sociais, ela encoraja o uso da hashtag #WhatMakesMeSexy (O que me faz ser sexy, em inglês).

“Encorajo todos a usarem as redes sociais para contar o que amam em si mesmos”, diz Rachelle.

No ensaio, em que ela esbanjou beleza e auto confiança, Rachelle transmite a imagem de uma mulher empoderada.

Embora tenha suas inseguranças, ela as enfrenta, até como forma de encorajar outras mulheres paraplégicas e tetraplégicas.

“Nós todos temos defeitos, e pela primeira vez na minha vida não estou escondendo meu cateter. Eu não vou me esconder mais.”

A sociedade precisa repensar a relação da pessoa com deficiência com o mundo

Rachelle, hoje mãe de uma menina graças a uma barriga de aluguel, ainda quer mais.

“As pessoas acham que como tetraplégica, não consigo mover nada, mas não é verdade”, conta. “Meu objetivo é principalmente educar pessoas em relação à maternidade, do que sou capaz, como é ter uma lesão na espinha e meu relacionamento. Tem muita coisa que posso fazer e quero que as pessoas vejam isso.”

Esse tipo de atitude serve como inspiração para muita gente

Se você também acredita que exemplos como o da Rachelle podem fazer toda a diferença, compartilhe.

Fonte: catracalivre.com.br

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