Jovem com Síndrome de Down abre fábrica de cookies após ser rejeitada
Humanidade

Jovem com Síndrome de Down abre fábrica de cookies após ser rejeitada

Ame algo e transforme em profissão. Isso vale para talentos, sonhos, habilidades, interesses…

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Ainda que haja desafios (e sempre há), basta que você acredite em você mesmo. E isso se aplica a qualquer pessoa!

Collette Divitto ama cozinhar e a cozinha de casa tem sido testemunha do seu talento desde os seus 15 anos.

Todos os dias depois da escola, lá estava ela assando alguma coisa para a família.

menina com down próprio negócio (2)

Um dia, Collette decidiu transformar sua paixão em profissão e aos 22 anos, passou a enviar currículos para vagas de emprego em Boston.

Ainda que Collette levasse algumas amostras dos cookies que sua família e amigos adoravam, seu esforço e talento não foram reconhecidos.

Infelizmente, nenhum dos lugares onde fez entrevista a aceitou

“Muitas pessoas que me entrevistaram para empregos, diziam que eu era realmente boa, mas não uma boa opção para eles. “Foi realmente doloroso e eu me senti rejeitada”, contou Collette.

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A rejeição fez Collette questionar se ter Síndrome de Down era o motivo de não conseguir emprego.

Apesar de como se sentiu, ela não desistiu de seus sonhos e com a ajuda da mãe e da irmã, ela abriu a própria loja, chamada Collettey’s Cookies.

Logo, a primeira encomenda veio de um mercado chamado Golden Goose, em Boston: 100 cookies por semana.

A reviravolta aconteceu com a cobertura da CBS News, que tornou a história de Collette conhecida.

Depois disso, ela passou a receber encomendas de todo o país!

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“Meu maior sucesso até agora é o quanto a minha empresa está crescendo, o que significa que eu posso começar a contratar pessoas com e sem deficiência”.

Hoje com 27 anos, um ano depois do sucesso de sua história, Collette vê com orgulho seu negócio crescer.

Em 2017, ela mudou a loja para uma novo espaço no “Community Work Services”, uma organização sem fins lucrativos em Boston, que realiza vários trabalhos sociais – entre eles, o de treinar pessoas com deficiência e outras
necessidades especiais para se juntarem a força de trabalho.

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A ideia da organização é ser capaz de dar oportunidade aos candidatos, na medida em que a empresa de Collette expande.

No ano passado, foram feitos aproximadamente 180 mil cookies. Agora ela está levantando fundos para poder contratar mais.

“O objetivo da minha empresa é criar empregos para pessoas com deficiência”

E com a sua história, ela espera poder incentivar outras pessoas a não desistirem dos seus sonhos.

Que inspiração! Compartilhe essa história os seus amigos e familiares.

Fonte: upworthy.com, boston.cbslocal.com

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