Busca pela imortalidade envolve cientistas e famosos do mundo inteiro
Ciência e Tecnologia

Busca pela imortalidade envolve cientistas e famosos do mundo inteiro

A ideia da imortalidade parece ser mais interessante do que apenas envelhecer. Cientistas têm buscado maneiras de aproximar os seres humanos de uma solução para esse objetivo.

Dois estudos são exemplos nesse sentido:

A ciência e a busca pela imortalidade (3)

Crédito: © pixabay

Cientistas da Universidade Northwestern nos EUA descobriram como desligar o “interruptor genético” que causa envelhecimento, no entanto, ainda não em humanos, apenas em vermes.

Possivelmente, um passo que abre portas para o que pode ser feito em seres humanos no futuro.

Outro estudo foi capaz de reviver ratos velhos, infundindo sangue de ratos jovens.

Os pesquisadores acreditam que este procedimento também pode funcionar em seres humanos.

Contribuição mundial

Grandes nomes ao redor do mundo também têm investido muito dinheiro em pesquisas que podem encontrar, quem sabe, uma resposta.

A ciência e a busca pela imortalidade (2)

Crédito: © pixabay

Algumas celebridades que contribuem para pesquisas:

Larry Ellison: um dos cinco mais ricos do mundo e um dos donos da Oracle.

Sergey Brin: cofundador do Google e da fundação Calico, que tem foco na saúdem bem-estar e longevidade.

Aubrey de Grey: cientista e pesquisador que realizou vários estudos em medicina regenerativa.

Aubrey de Grey e o “Fim do Envelhecimento”

A ciência e a busca pela imortalidade

Crédito: Hotmart/Divulgação

Aubrey de Grey é autor de Ending Aging (2007) e debate sobre a possibilidade da ciência de acabar de vez com o envelhecimento, que considera uma doença e em contrapartida, oferecer a imortalidade para os seres humanos.

Os estudos realizados pelo cientista vão de encontro com as suas afirmações sobre o tema. Ele já chegou a afirmar que chegaríamos a viver mil anos.

Aubrey de Grey aponta 7 causas do envelhecimento em um nível celular:

  • Mutações Nucleares: mutações que podem levar ao câncer;
  • Mutações mitocondriais: componentes em nossas células que são importantes para a produção de energia;
  • Lixo Intracelular: proteínas que não são devidamente “digeridas” pelas nossas células;
  • Lixo extracelular: proteínas acumuladas fora das células. Por exemplo, nos cérebros dos pacientes com Alzheimer;
  • Perda de células: células que não podem ser regeneradas pelo próprio corpo;
  • Senescência celular: quando as células perdem a capacidade de dividir;
  • Enrijecimento das paredes celulares: perda de elasticidade das células e dos tecidos.

O cientista acredita que tratamentos podem ser desenvolvidos para tratar essas causas e prolongar a vida das pessoas.

A busca pela imortalidade fora das ficções

Não é só coisa de filme de ficção científica. Muito se fala e muitos estudos ainda serão desenvolvidos sobre o assunto.

A ciência e a busca pela imortalidade (1)

Crédito: AFP/East News

Cientistas ainda buscam maneiras de alcançar a imortalidade, como:

Desbloquear o poder do gene: ao decifrar os mistérios dos genes, os cientistas acreditam que serão capazes de encontrar um “gene da imortalidade e “implantá-lo”.

Criogenia: mais do que preservar o organismo, acredita-se que congelar o corpo de uma pessoa após sua morte e “ressuscitá-la” em um momento futuro também pode ser uma maneira de esperar a cura para uma doença.

Embora algumas tentativas pareçam distantes, cada vez mais estudos são lançados e descobertas interessantes são reveladas ao público.

Quem sabe um dia não ouviremos algo de concreto?

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A morte é algo natural que devemos enfrentar? Deveríamos buscar a imortalidade? O que você acha? Comente!

Fonte: brightside.me

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